Telefônica e Anatel chegam a um acordo sobre orelhões


Técnicos da Anatel e da Telefônica chegaram, nesta quinta-feira (10), mais próximos de um acordo sobre as premissas do Plano Geral de Metas (PGMU III) em relação aos orelhões, depois que a operadora aceitou redimensionar alguns valores de suas contas iniciais. “Agora, falta apenas fazer o cálculo dos custos dessa obrigação”, disse uma fonte.

Com mais esse avanço, as negociações passarão a ser concentradas com a Oi, operadora que tem que carregar o maior número de obrigações. Na reunião de hoje, técnicos da agência e da operadora continuaram a bater contas, ainda sem sinal de um acordo sobre premissas e custos.

Ontem, a Embratel a e o governo chegaram a um acordo quanto aos custos das novas metas. Vinculadas ao serviço de voz sugeridas pela Anatel na consulta pública lançada no ano passado do PGMU III, as novas obrigações  preveem a instalação de orelhões em diferentes localidades e pontos extremos do país –  quilombolas, aeródromos e assentamentos rurais. No total, são 2.500 novos orelhões que terão que ser instalados pela operadora.

Novas reuniões estão previstas para a próxima semana na Anatel e no Ministério das Comunicações. Após o fechamento dos números, serão iniciadas as negociações sobre fontes de financiamento.

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