Telefônica: 90% dos novos negócios do segmento empresas são em MPLS.


A grande demanda do mercado corporativo no setor de telecomunicações, neste ano e com tendência a se manter em 2009, é por redes baseadas em MPLS (Multi Protocol Label Switching), de acordo com Vladimir Barbieri, diretor executivo do segmento Empresas da Telefônica. “90% dos novos negócios ocorridos neste ano foram com MPLS”, informou Barbieri, acrescentando …

A grande demanda do mercado corporativo no setor de telecomunicações, neste ano e com tendência a se manter em 2009, é por redes baseadas em MPLS (Multi Protocol Label Switching), de acordo com Vladimir Barbieri, diretor executivo do segmento Empresas da Telefônica. “90% dos novos negócios ocorridos neste ano foram com MPLS”, informou Barbieri, acrescentando que a demanda por Frame Relay foi pequena.

O segmento Empresas da Telefônica atende cerca de 900 grupos econômicos, que congregam mais de 3,3 mil empresas instaladas em todo o país. Nele, estão o comércio varejista, o setor de serviços, a indústria, o segmento financeiro e, ainda, o setor público. Com a tendência dessas verticais de migrar para MPLS, a unidade Empresas começa a vender para esses clientes soluções, em pacotes, que incluem além dos tradicionais serviços de voz, dados e data center, equipamentos de PABX, rede Wi-Fi e outras soluções, conforme a demanda de cada cliente. Um dos contratos mais recentes da unidade foi com o grupo Magazine Luiza, que inaugurou neste segundo semestre 44 lojas em São Paulo. “No caso deste cliente, o pacote incluiu desde linha de voz, circuito de dados, PABX e até Wi-Fi em algumas lojas”, exemplifica Barbieri. A empresa faz também a gestão de integração dos projetos, caso o cliente queira.

O diretor executivo do segmento Empresas da Telefônica acredita que a tendência de migração do setor corporativo para o mundo IP continue em 2009, independente da crise econômica. “Os serviços de TI e telecomunicações são essenciais às empresas e possibilitam uma gestão com menos custos e mais eficiência. Portanto, num momento de crise esses serviços são uma alternativa para minimizar o impacto da crise”, avalia o executivo. Por essas razões, enfatizou, o negócio de telecom deve ser pouco afetado pela crise.

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