TCU aprova aumento de preço mínimo para leilão de satélites


O Tribunal de Contas da União (TCU) aceitou na última quarta-feira (6) o novo estudo de viabilidade que define os preços mínimos por satélite no próximo leilão, a ser realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Pelos cálculos refeitos, cada uma das quatro posições disponíveis deverão custar ao menos R$ 27 milhões. Como estão previstos quatro lotes, o valor total esperado para o leilão é de R$ 108 milhões.

O preço mínimo por satélite era estimado em R$ 22,5 milhões no primeiro estudo da Anatel – resultando em valor total R$ 90 milhões. Este valor havia sido calculado com base em estimativas de investimentos, taxas de ocupação e nos valores obtidos no último leilão feito pela agênciaO TCU detectou “inconsistências” nos cálculos iniciais e pediu correções. Entre elas, que a agência refizesse as estimativas de taxas de depreciação, de valores investidos pelas empresas do setor e de despesas operacionais de satélites hoje em posições orbitais brasileiras.

Feitas a correções, os novos valores aumentam em 20%, R$ 4,6 milhões por posição, ou R$ 18,2 milhões no valor mínimo total do próximo leilão. A entrega das propostas das operadoras de satélite no próximo certame da Anatel deve ser feita em 19 de maio, em Brasília. O leilão acontece dia 26. Este é o sétimo leilão para o setor desde 1998 e prevê concessão de uso da posição orbital por 15 anos. Em 2014, o ágio médio registrado por posição foi de 213,5% sobre o preço mínimo – na época, de R$ 12,2 milhões.

 

Anterior Claro fará lançamento exclusivo de smartphone da LG
Próximos Acessos em banda larga fixa crescem 7% em um ano