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O superintendente de Competição da Anatel, Abrãao Balbino, afirma que poderá surgir uma operadora de infraestrutura para gerir a ocupação dos postes da rede elétrica e que a agência poderá criar mais estímulos para que operadoras e empresas que não têm acesso ao espectro possam ocupá-lo.

O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, afirma que mantém a premissa de um leilão não arrecadatório para a 5G. Segundo ele, a agência só terá o valor de venda do espectro depois de concluída a consulta pública, pois vai depender da modelagem do edital, que ainda não está concluída. Disse que o leilão brasileiro será diferente ao da maioria dos países porque aqui não haverá ” escassez artificial” de espetro.

A Anatel vai vender 200 MHz na frequência de 3,5 GHz; 100 MHz na faixa de 2,3 GHz; e 10 MHz na sobra da frequência de 700 MHz. Segundo o presidente da Anatel, Leonardo de Morais, para as faixas mais baixas, a agência irá estabelecer metas de cobertura. Para a frequência de 3,5 GHz, ela vai estabelecer meta de capacidade. Morais disse que o leilão não visará arrecadar recursos para o Tesouro Nacional.

Segundo o superintendente de planejamento e regulação da agência, Alexandre Bicalho, na nova pauta regulatória que está sendo elaborada, a agência vai incluir uma proposta de licitação que faça o cálculo do Valor Presente Líquido (VPL) da frequência a ser vendida levando em consideração o benefício social das metas a serem estabelecidas. Resta saber se o governo vai apoiar essa ideia.

As duas operadoras, que antes eram sócias, disputaram o leilão de venda de frequências de 4G, a AWS, no México. A América Móvil, que no Brasil é dona da Claro, Embratel e Net, levou o máximo de banda que podia: 60 MHz. A AT&T comprou 20 MHz. A operadora mexicana vai pagar 2 bilhões de …

O ministro das Comunicações, André Figueiredo, em sua segunda presença pública desde a posse, voltou a atacar a área econômica. Desta vez, se posicionou contrário a leilão de venda de frequência que só visa a arrecadar dinheiro para o setor, e não busca ampliar as metas de cobertura do serviço celular para o interior do país. “ Precisamos ampliar o programa de banda larga para todas as classes sociais e reduzidos leilões arrecadatórios”, afirmou André Figueiredo, durante a posse do novo conselheiro da Anatel, Aníbal Diniz. O último leilão da Anatel, da faixa de 700 MHz, teve poucas metas de cobertura porque a área econômica mandou que se recolhesse o máximo possível.