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Empresa ressalta que plano de recuperação judicial prevê aumento de capital, emissão de dívida garantida e obtenção de financiamento para importação de equipamentos.

Conselho menciona venda de ativos e emissão de dívida como possíveis fontes de dinheiro para a empresa. Na mesma linha, diretoria diz que controle de custos e venda de ativos “já se encontram em curso e alinhados com o cronograma planejado”.

Leonardo de Morais negou informações veiculadas hoje pelo jornal O Estado de S.Paulo, segundo as quais o recente prejuízo da Oi repercutiu no governo e teria elevado as chances de intervenção na empresa ou declaração de caducidade de suas outorgas de STFC.

CFO da operadora diz que queima de caixa ocorrida no 2º tri já era esperada e que confia na venda de ativos ainda este ano para reforçar reservas. Mas não descarta fazer novo aumento de capital, emitir debêntures ou obter financiamento com fornecedores.

Receita líquida caiu 8,2%, dívida líquida cresceu 26,6% e prejuízo foi de R$ 1,55 bilhão, 24% maior do que mesmo período de 2018. Mas a empresa amplia os investimentos, e investiu R$ 2 bilhões em três meses. No semestre, o Capex foi de R$ 3,78 bilhões. Levou fibra para 800 mil novas residências no período.

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Além dos R$ 4 bilhões obtidos com aumento de capital no começo do ano, Oi conta com créditos fiscais de devolução de PIS-Cofins, venda de torres e da Unitel neste ano, de data center e outros ativos em 2020, e imóveis em 2021.

Executivo diz que plano estratégico traz múltiplas alternativas e que a sustentabilidade do grupo não depende da venda do segmento móvel.

As notas legadas somam US$ 15,89 milhões, € 13,94 milhões e R$ 1,22 milhão

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Oi receberá cerca de R$ 107 milhões por 40% do capital social da companhia de Cabo Verde. Também encerra litígios com governo local.

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Tele termina março com lucro líquido consolidado de R$ 766 milhões. Houve redução de gastos e elevação do Capex, conforme previsto no plano de recuperação judicial. Companhia explica redução do EBITDA em função da queda de receitas, especialmente no segmento residencial.