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PTT


Conforme Abraao Silva, a Anatel não quer regular a troca de tráfego entre Netflix e Vivo, por exemplo, mas entre Vivo e TIM,

TIM acha que o mercado de EILD continua não sendo competitivo e Claro quer menos segmentos regulados.

Provedores de acesso e de conteúdo deverão pagar taxas a partir de julho de 2017 nos pontos de São Paulo e Rio de Janeiro. Valor poderá variar de R$ 115 a R$ 5,5 mil a porta por mês.

A Anatel aprovou hoje, 24, para consulta pública, a nova versão do Plano Geral de Competição (PGMC). Como novidade, cria o mercado relevante de dados em alta capacidade e de conectividade IP. Isso significa que as operadoras de telecom com poder de mercado terão que fazer ofertas de preço isonômicas e transparentes para todo o mercado. E terão novas obrigações. Entre elas, a agência pretende ampliar a obrigação de conexão de PTTs (que hoje está restrita a um PTT por DDD), mas antes quer definir qual seria o PTT merecedor dessa conexão obrigatória.

O grupo já conseguiu atrair o Google, que deve levar seu conteúdo para o estado, e tenta envolver a prefeitura no projeto.

Rota é a primeira a abranger Norte e Nordeste. Até lá, provedores da região precisam recorrer a PTTs do Sudeste e Sul do país.

Desde janeiro, está em operação na capital sergipana, na Emgetis, a empresa estadual de TICs, um Ponto de Troca de Tráfego. O objetivo é que o NIC.br assuma a operação.

Empresas se comprometem a transmitir quantidades iguais, em distâncias equivalentes, de dados através de suas redes.

Anunciado este mês, a novidade está movimentando o mercado de provedores que querem chegar aos PTTs para trocar tráfego, sem precisar investir em infraestrutura.

Através de uma só porta, escalável, empresas podem ter conexão direta com principais pontos de troca de tráfego do planeta.