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Fábio Andrade, vice-presidente institucional da Claro Brasil, defende, em parecer ao Conselho de Comunicação Social do Senado, o PLC 79, do novo marco de telecomunicações. Mas sugere que o projeto, depois de analisado na Comissão de C&T do Senado, seja analisado também pela Comissão de Economia, para que calcule os reflexos da proposta para a economia brasileira. Essa posição é divergente a de executivos de outras operadoras, que querem mais celeridade na sua tramitação.

A Anatel espera que com essa sensível redução no valor da licença – no último edital, cobrou preço mínimo de mais de R$ 12 milhões – os preços para o consumidor também caiam.

Solução vai viabilizar a operação coordenada do SES-14 com redes satelitais que ocupam locais próximos

Processo aberto para posição da Echostar não teve interessado no prazo previsto, mas agência já estuda proposta intempestiva de empresa

Preço menor que leilões passados se justifica pela necessidade de encontrar um satélite já no espaço para ocupar a posição.

Segundo executivo da SES, empresa tem posições suficientes para atender a demanda na América Latina.

Anatel pede R$ 3,8 milhões pela posição 45ºO, que deveria ter sido ocupada pela Echostar. Condição é usar ao menos 25% da capacidade do novo satélite para a oferta de serviços no Brasil. Estrangeiras que se comprometam a abrir sede local e empresas consorciadas podem participar.

Para evitar que o satélite SES -14 , que vai ser lançado este mês e ocupar posição orbital brasileira, sofresse interferência de dois satélites da Intelsat, a Anatel autorizou que a empresa mudasse a posição do aparelho de 48º W para 47,5º W. Com essa mudança, assegura o órgão regulador, o satélite funcionará sem qualquer problema.

Abraão Balbino e Silva | Encontros Tele.Síntese 51 - 21/11/17 – Brasília-DF | Foto: Gabriel Jabur

Fórmula vai levar em conta capacidade do espectro, cobertura de população, tempo de validade da outorga e tipo do serviço.