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posição orbital brasileira


Equipamento ocupa posição orbital brasileira, da qual cobrirá as Américas, Atlântico Norte e parte da África.

Estrutura abriga gateway que fará troca de tráfego HTS entre o satélite SES-14 e a Terra, a partir do segundo semestre e estação de telemetria e comando.

Inmarsat se apresentou após término do prazo de chamamento anterior, o que levou a Anatel reabrir o certame.

Para evitar que o satélite SES -14 , que vai ser lançado este mês e ocupar posição orbital brasileira, sofresse interferência de dois satélites da Intelsat, a Anatel autorizou que a empresa mudasse a posição do aparelho de 48º W para 47,5º W. Com essa mudança, assegura o órgão regulador, o satélite funcionará sem qualquer problema.

O SES-14 pretende atender à demanda por capacidade nos mercados de TV paga, bakhaul de telefonia móvel, conectividade marítima e aeronáutica.

Rafael Guimarães, presidente da Hughes, está bastante otimista com o futuro do segmento satelital no Brasil, apesar o atual momento econômico. Isso porque, explica, são projetos de longo prazo, e até 2019 já estão contratados investimentos de R$ 18 bilhões pelo setor. Essa forte movimentação ocorre, explica, com o advento da nova tecnologia de banda larga Ka, que permitiu grande redução de custos, fazendo com que os satélites se tornassem alternativas competitivas para a oferta de internet rápida em áreas de pouca infraestrutura terrestre. Em julho, sua empresa lança o primeiro serviço, para atuar nas “bordas” das grandes e pequenas cidades brasileiras.

Telesat Brasil, Star Satellite e Hispamar Satélite compraram quatro posições orbitais brasileira em abril deste ano.

O setor de telecomunicações continua a atrair vultosos investimentos para o país. Prova disto é o leilão de posição orbital brasileira que está sendo realizado hoje,26. Com quatro concorrentes e venda de quatro posições orbitais, aparentemente não deveria haver ágio alto. Mas os dois primeiros lances, arrematados pela canadense Telesat, tiveram ágios significativos, de até 73%. A empresa, que ficou com as duas primeiras posições orbitais, vai pagar mais de R4 80 milhões ao governo.