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MWC


Guerra comercial entre Estados Unidos e China pode reabrir disputa por diferentes padrões para redes nos próximos anos. Brasil precisa se preparar.

No Brasil, as operadoras de celular deverão adotar estratégias diferentes para a 5G, como apostar na banda larga fixa, em poucas cidades, ou em fixa e móvel em todo o território, avalia o executivo.

Muitos serviços previstos na 5G – como o de carros autônomos- precisarão de baixa latência, só possível nas frequências bem altas, ou milimétricas, que também são propícias para os serviços via satélite. A disputa por parte desse espectro vai ocorrer este ano na UIT.

Com a fusão, afirma Geldemacher, a nova operadora vai investir US$ 40 bilhões para levar a 5G para todo os Estados Unidos. Hoje a Sprint tem a nova tecnologia em nove cidades.

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Para o presidente da Anatel, a taxa cobrada hoje – de quase R$ 2 anuais – inviabiliza a instalação de chips para conectarem as coisas.

Um dos compromissos negociados, para posterior alteração do projeto, é a garantia de que um percentual dos recursos originários dos bens reversíveis será integralmente investido em redes de banda larga na região Norte do paĩs. Mas há propostas de mudanças bem mais sensíveis, ainda não consensuais, como o fim das licenças perpétuas de frequências.

Fabricante anunciou também a compra da divisão de antenas e filtros de sinal da alemã Kathrein. O negócio prevê transferência de 4 mil profissionais, centro de P&D e patentes.

As operadoras de celular contam com 5G, Inteligência Artificial e Big Data para deixar de ser empresas de conexão para oferecerem serviços de maior valor agregado à população global. E os primeiros casos concretos estão em demonstração no MWC.

Conforme a GSMA, 94 redes IoT móvel estão ativas, seja com uma ou outra tecnologia. Na América Latina, somente o Brasil, com a NB-IoT da TIM; e a Argentina, com a LTE-M da Telefonica.