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Pietro Labriola afirmou hoje, 31, que o compartilhamento de infraestrutura com a Vivo é uma das medidas para fortalecer a TIM para prepará-la para consolidação do mercado brasileiro, que, na sua opinião, está para ocorrer.

O CEO da TIM, Pietro Labriola, afirmou que a operadora irá fazer um “ajuste fino” para enfrentar a agressiva concorrência interna no pré-pago e a economia desafiadora, com queda na projeção do PIB e deterioração da confiança do consumidor.

A operadora fechou o 1T19 com lucro líquido de R$ 251 milhões (alta de 2,5% ano a ano). Receita líquida de R$ 4,19 bilhões (mais 1,7% frente a igual período de 18). Sua base de pós-pago cresceu 11,4% e a de serviços fixos 11,6%.

A TIM apresentou crescimento no lucro líquido no quarto trimestre de 2017 de 66%, para R$ 604 milhões. O Ebitda do período somou R$ 1,8 bilhão, aumento de 12,8%, com maior lucro antes dos juros e depreciações da história. Sua margem também pulou para 41,6% contra 38,8%.

A TIM Brasil teve receita líquida de R$ 3,899 bilhões, queda de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando apresentou resultado de R$ 4,116 bilhões. Mas o lucro líquido aumentou para R$ 200 milhões, contra R$ 175 milhões de 3T de 15. Como destaque a empresa aponta 22,5% de penetração de pós-pago. Está com a tecnologia 4G em 746 cidades, mais do que o dobro do segundo colocado, atingindo 66% da população brasileira.

O resultado operacional da TIM no segundo trimestre do ano apresenta quedas nos lucros, receitas, Ebitda e investimentos em relação ao mesmo período do ano passado. Os lucros normalizados (já levando em consideração a venda das torres, caíram para R$ 47, 4 milhões, contra R$ 307 milhões a/a, perda de 84,4%.

A TIM fechou no azul o terceiro trimestre do ano, um tento para um cenário macroeconômico tão desafiador. A operadora registrou lucro líquido orgânico (excluído o impacto da venda das torres) de R$ 172,3 milhões, queda de 50,5% em relação ao mesmo período de 2014. Nos 9 primeiros meses, a empresa lucrou R$ 775,8 milhões, menos 28,6% em relação ao ano passado.

A empresa fechou o 1º trimestre de 2014 com investimentos de R$ 613 milhões, mais 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Pretende chegar a R$ 3,8 bilhões até o final do ano.