Notícias com o tag

leilão de frequências


O conselheiro da Anatel, Emmanoel Campelo, está empenhado em apresentar a sua proposta de edital de venda de frequências ainda este ano, em 12 de dezembro. E assinalou que haverá mudanças, pelo menos no tamanho dos blocos da faixa de 3,5 GHz, que hoje estão divididos em blocos de 10 MHz.

O relator da consulta pública do leilão de frequências da Anatel, Vicente Aquino, pediu mais 30 dias para apresentar seu voto, alegando que precisa aguardar a solução da interferência nas TVs por parabólicas (as TVROs). O presidente da Anaatel, Leonardo de Morais, reforçou a sua posição pela publicação imediata da consulta pública, mas apoiou esse adiamento, por uma única vez.

Com sete sócios, cinco provedores regionais de médio porte e dois prestadores de serviço, fundo vai investir R$ 1,5 milhão no primeiro ano.

Apesar do pleito da Associação Brasileira de Provedores de internet e telecomunicações (Abrint), de adiamento do leilão de sobras de frequências (faixas de 1,8 GH, 1,9 GHz, 2,5 GHz em FDD e TDD), a Anatel deve manter o cronograma estabelecido no edital já publicado: dia 10, última data para a entrega dos envelopes de qualificação e proposta de preço. Dia 17 de dezembro, abertura das propostas, divulgação dos resultados dos lotes A e B e dos classificados do lote C.

Faltou tempo para provedores regionais estudarem o edital e formularem planos de negócios, reclama a entidade.

Como são muitos lotes na banda C, o mesmo total de municípios brasileiros, a expectativa é de que para parte deles não seja apresentada proposta.

Editado pela Momento Editorial, traz o passo a passo da licitação, numa tradução simplificada do edital.

A lista dos lotes tipos A, B e C e o preço mínimo de cada subfaixa de frequência estão no site da Anatel. Os lotes em FDD, nas faixas 1.800 Hz, 1.900 MHz e 2.500 MHz são bem mais valorizados que os em TDD, estes destinados a quem quer atuar em uma ou mais cidades.

O edital de licitação estará disponível no site da Anatel, a partir das 14 horas de hoje (9).

O tamanho do interesse da norte-americana AT&T pelo o mercado brasileiro ainda é uma incógnita. Na aposta do governo brasileiro, a operadora é compradora, se não de ativos, pelo menos de frequências.