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leilão da Anatel


No tour brasileiro da semana passada, dirigentes da AT&T não avançaram sobre os planos futuros no Brasil, mas avisaram que não tem intenção de vender a operadora de DTH, Sky, muito menos para a Telefônica Vivo.

O conselho diretor da Anatel aprovou hoje, 22, o edital defiitivo de venda das sobras de frequências das faixa de 1,8 GHz (FDD), 2,5 GHz (FDD) e 1,9 GHz (TDD) e 2, 5GHz (TDD), com condições mais vantajosas para estimular o ingresso de novos competidores e pequenos provedores, mas não conseguiu fechar o preço mínimo, pois ainda está em negociações com o Tribunal de Contas da União (TCU). A expectativa é que em 15 dias esta negociação seja concluída, o edital lançado em novembro, e o leilão realizado ainda em dezembro deste ano. Mas o dinheiro só entrará nos cofres do governo em 2016.

Mas o grupo América Móvil pede que as regras sejam mudadas para comportar mais competidor na faixa de 1,8 GHz.

A audiência pública convocada hoje,26, pela Anatel para discutir o leilão de venda de frequências lançado à consulta pública demonstrou que são muitas as mudanças que deverão ser feitas na publicação definitiva do leilão. A venda de 40 MHz da faixa de 3,5 GHz foi a que despertou os maiores questionamentos. O grupo América Móvil, que tem no Brasil uma constelação de satélite da Star One, está preocupado com a interferência do novo serviço em suas transmissões satelitais na banda C, o que poderia provocar a interferência dos sinais da TV aberta, e pediu que a Anatel desistisse de leiloar agora este espectro, até que se concluam os estudos técnicos sobre o tema. A Abert, (que representa os radiodifusores) pediu que esta faixa seja licitada em separado, para não atrapalhar a venda das demais frequências até que em pelo menos dois meses sejam feitos estudos sobre a interferência.

A Anatel publicou hoje, 6, no DIário Oficial da União, a norma que estabelece as regras para a comprovação, por parte das operadoras de celular, de preferência nas compras aos produtos e serviços com tecnologia nacional que serão instalados nas redes de quarta geração no Brasil. As empresas precisarão chegar em 2020 com 70% dos produtos e serviços usados na rede de celular brasileiras produzidos no Brasil e 20% com tecnologia nacional. E, anualmente, terão que contratar auditor externo para validar as obrigações de compra, que vão aumentando paulatinamente a cada ano.

O conselho diretor da Anatel aprovou hoje, 30, o regulamento de compromisso de aquisição de equipamentos nacionais. Esta norma define as condições para as operadoras de celular que compraram frequências de 2,5 GHz e de 700 MHz provarem que precisam dar preferência nas compras a produtos com tecnologia nacional o fabricação local. Esta política está …

A agência tem pressa em realizar rapidamente esta nova licitação, pois ainda há interesse de empresas em comprar novas posições orbitais do país.

Fontes de três operadoras de celular confirmaram hoje ao Tele.Síntese que vão procurar a justiça contra o valor maior que receberam da Anatel pelo que deveriam pagar pela faixa de 700 MHz, cuja assinatura do contrato foi marcada pela agência para o próximo dia 5 de dezembro. E, ao contrário do que informa hoje o jornal Folha de S. Paulo, o governo vai arrecadar este ano o principal de R$ 4,9 bilhões do leilão, porque as operadoras não têm a intenção de não pagar o que ofereceram na disputa, só questionam o valor a mais de R$ 186 milhões que a agência está cobrando.

Orelhão da Oi terá WiFi em Florianópolis

O mercado assimilou melhor a ausência da Oi do leilão 700 MHz porque aposta na consolidação, que pode ser até com a Nextel. Mas a situação da concessionária ficará ainda mais difícil sem esta banda.