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leilão da Anatel


O presidente da agência, Leonardo Morais, disse que pretende seguir o modelo de “filé com osso” no leilão de março. E alertou sobre o risco que as concessões de telefonia trazem para a União

As operadoras Claro, TIM e Vivo extrapolam os limites de frequências, em alguns estados brasileiros, mesmo com a flexibilização das novas regras publicadas pela Anatel.

A aprovação do novo marco legal irá trazer três novas fontes de recursos para a banda larga, afirma Leandro Guerra

O espectro de 700 MHz que está disponível coincide com aquele que a Europa está destinando para a 5G, ampliando o ecossistema de uso.

A Anatel vai vender 200 MHz na frequência de 3,5 GHz; 100 MHz na faixa de 2,3 GHz; e 10 MHz na sobra da frequência de 700 MHz. Segundo o presidente da Anatel, Leonardo de Morais, para as faixas mais baixas, a agência irá estabelecer metas de cobertura. Para a frequência de 3,5 GHz, ela vai estabelecer meta de capacidade. Morais disse que o leilão não visará arrecadar recursos para o Tesouro Nacional.

As licenças de 850 MHz começam a vencer em dezembro do próximo ano, e não podem ser renovadas mais, sem licitação. A Anatel pensa outorgá-las em caráter secundário.

O diretor de regulação da Oi, Carlos Eduardo Medeiros (Cadu) defende cautela para a realização do leilão da 5G

Uma das decisões com o maior grau de divergência – conta com quatro votos diferentes – poderá ser concluída até abril deste ano. A tendência é a Anatel permitir as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, que pagaram R$ 3 bilhões no leilão de espectro de 2012, a cumprir meta rural com a tecnologia do satélite, como reivindicam. Em contrapartida, essas empresas poderão ter que devolver a faixa de 450 MHz e ainda cumprir metas mais ambiciosas, para compensar o uso da alternativa satelital.

Segundo Ayrton Capella, a Anatel só deveria colocar à venda espectro de 5G depois que tivesse todas as respostas para mitigar a interferência nos 17 milhões de aparelhos de TV aberta na banda C do satélite (TVRO) e depois que a 4G fosse rentabilizada

Foto: Projetado pelo Freepik

O uso da opção satelital, ao invés da faixa de 450 MHz, já motivou cinco pedidos de vistas dos dirigentes da agência.