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leilão da Anatel


A Huawei aponta que é líder no país na oferta da tecnologia 4G e que é a partir dessa base que a 5G evolui. Para Marcelo Motta, diretor global de segurança da empresa, entre outras razões para as “acusações sem prova” está a briga das patentes.

Leonardo Euler de Morais afirma que o edital da 5G não pode se submeter a qualquer movimento de fusão ou aquisição do mercado e que ainda considera factível lançá-lo em dezembro deste ano. Disse estar bem otimista com a inclusão de mais 100 MHz na faixa de 3,5 GHz para o leilão.

Segundo Leonardo Euler de Morais, a Anatel levará em conta o Valor Presente Líquido (VPL) e exemplos de uso das tecnologias para estabelecer o preço mínimo da licitação. Entre o que vai ser levando em conta para as faixas de 3,5 GHz e 26 GHz estão o preço médio da conta (Arpu) e a utilização da tecnologia para a banda larga fixa.

A Anatel aprovou hoje a consulta pública do edital de venda das faixas de 3,5 GHz e de 26 GHz (para a 5G) e faixas de 2,3 GHz e 700 MHz (para a 4G). Serão vendidos 400 MHz na frequência de 3,5 GHz, o maior bloco destinado de uma única vez para a nova tecnologia.

O conselheiro Moisés Moreira busca formular um voto de consenso para que a agência consiga lançar a consulta pública do edital de venda de espectro para a 5G em fevereiro. Ele conversa com seus pares para a venda de 400 MHz na faixa de 3,5 GHz além de buscar uma alternativa consensual para a participação das pequenas operadoras.

O acordo prevê que a mitigação da interferência da 5G na transmissão da TV por parabólica acontecerá conforme a proposta das teles – com filtros nos equipamentos e deslocamento dos canais para espectro mais alto – e as emissoras de TV desistem de migrar para a banda KU, mas têm a garantia da permanência da empresa que fez a digitalização da TV (EAD) e R$ 1 bilhão para a conclusão dessa digitalização no interior do país.

Quatro operadoras de satélite, – SES, Star One, Intelsat e Hispamar – têm serviços na banda C, e perderiam 100 MHz para a telefonia celular.

Mesmo se for retirados 100 MHz da banda C do satélite, que recepciona atualmente as TVROs, ou as TVs por parabólicas, os canais poderão ser realocados para o espectro entre 3,8 GHZ a 4,2 GHz, sem prejuízo do serviço, afirmam os técnicos.

As obrigações de investimentos adicionais forma criadas por tipo de frequências. A faixa de 700 MHz, que na primeira rodada só poderá ser comprada pela Oi ou um novo entrante terá duas metas – a cobertura de todas as estradas federais e de cidades sem 4G. A construção do bakchaul de fibra nacional ficará para os que comprarem a faixa de 3,5 GHz

Pietro Labriola, presidente da TIM Brasil, entende que a venda da Oi móvel e da Nextel devem se concretizar para que as regras do leilão de frequências estejam em dia com o quadro de consolidação. Ele defende que o leilão deva estabelecer metas agressivas de cobertura ao invés de cobrar alto pelo espectro e não vê perspectivas em operações locais.