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A Anatel refez o estudo das cestas de preços formulado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) para os serviços de telefonia móvel e banda larga fixa. E, de 175 países, o Brasil paga o maior imposto em banda larga fixa e o quarto maior em celular.

O Brasil foi o mais votado para continuar a participar do conselho da União Internacional de Telecomunicações (UIT), que conta com 48 países.

Os Estados Unidos não querem que a UIT crie padrões ou tente regulamentar a tecnologia de inteligência artificial

A Anatel defendeu a proposta em nome do Brasil e conseguiu aprovar, na mais recente reunião do Conselho da UIT (União Internacional de Telecomunicações), realizada no final de abril, que a entidade volte a fazer a pesquisa comparativa de preços dos serviços de telecomunicações em todo o mundo anualmente.

As eleições para o Secretário-Geral da UIT e outros quatro cargos serão realizadas em outubro.

O brasileiro gasta em média, segundo a União Internacional de Telecomunicações, 2,3% de sua renda para ter um pacote de banda larga móvel de 1GB de dados. A média mundial de preço para esse serviço é de 6,8% e nas Américas, de 5,7%. O preço da banda larga móvel de 500 MB para o brasileiro sai por 1% de sua renda e o da banda larga fixa por 2,1%. O Uruguai é o país de preço mais barato na América Latina em todos os serviços de telecomunicações, comparado aos valores dos Estados Unidos e Canadá.

A Abranet alega que existem várias instituições que discutem internet no mundo e que a UIT deveria se associar a uma delas.

A União Internacional de Telecomunicações abriu consulta pública sobre a regulação dos serviços de internet. Para o Sinditelebrasil, é preciso encontrar um jeito de a publicidade da OTT não “comer” quase toda a franquia de dados do usuário.

Conforme a União Internacional de Telecomunicações, em 2019 o mercado de serviço de telecom do globo atingirá US$ 1,8 trilhão. Mas o fosso entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento da sociedade da informação não irá se estreitar. Os mercados desenvolvidos da Europa e Ásia continuarão a concentrar 79% das conexões da banda larga fixa e 64% da móvel.

Entre as propostas apresentadas pelo Brasil, e que contaram com o apoio dos demais países do globo está a identificação da banda L – que vai de 1427 a 1518 MHz – para o IMT, ou seja, para a tecnologia de telefonia celular. Apesar da forte pressão dos Estados Unidos, México, Canadá e Colômbia, que queriam a imediata identificação da faixa de 600 MHz (a parte mais baixa da faixa de UHF) também para a telefonia celular Brasil, África e Ásia conseguiram pelo menos adiar essa decisão.