Notícias com o tag

faixa de 1


segundo o conselheiro Emmanoel Campelo, a Anatel precisa assegurar frequência para o crescimento exponencial do tráfego nos dispositivos móveis que acontecerá até 2030.

Nesse prazo de cinco anos, a Anatel espera que os cerca de 1,6 milhão de usuários da Claro que usam o serviço de telefonia fixa pela tecnologia sem-fio WLL migrem para outras tecnologias.

A Anatel lança consulta pública para destinar um novo pedaço do espectro ao Serviço Móvel Global por Satélite (SMGS). A proposta é alocar 40 MHz, para não interferir com a telefonia móvel ou fixa

O conselho diretor da Anatel aprovou hoje, 22, o edital defiitivo de venda das sobras de frequências das faixa de 1,8 GHz (FDD), 2,5 GHz (FDD) e 1,9 GHz (TDD) e 2, 5GHz (TDD), com condições mais vantajosas para estimular o ingresso de novos competidores e pequenos provedores, mas não conseguiu fechar o preço mínimo, pois ainda está em negociações com o Tribunal de Contas da União (TCU). A expectativa é que em 15 dias esta negociação seja concluída, o edital lançado em novembro, e o leilão realizado ainda em dezembro deste ano. Mas o dinheiro só entrará nos cofres do governo em 2016.

A Anatel liberou hoje,17, mais uma parcela de garantias depositadas pelas duas operadoras nos leilões de 2007 e 2012

O conselho diretor aprovou hoje, 13, consulta pública por 15 dias de edital de venda das faixas de 1,8 GHz, 1,9 GHz, 2,5 GHz e de 3,5GHz. A venda de cada frequência terá regras diferentes. Em alguns casos, as grandes operadoras de celular que atuam no mercado – Claro, Oi, TIM e Vivo – estão proibidas de comprar alguns lotes. Em outros casos, somente uma nova empresa ou Algar Telecom ou Nextel pode comprar a frequência. As faixas que serão vendidas nos município, de 2,5 GHz TDD e de 3,5 GHz, estão destinadas para os novos operadores – sejam empresas como a Sky, controlada pela gigante norte-americana AT&T, seja por pequenos provedores de internet. A sobra da 700 MHz não será vendida neste leilão.

A AGU reconheceu que havia um vácuo jurídico em relação à consequência da omissão dos pedidos de renovação. Com base neste parecer é que o presidente João Rezende deu seu voto pela prorrogação das frequências das duas operadoras de celular – que aglutinam hoje o maior número de usuários de celular das duas operadoras .

O parecer da procuradoria, recusado por um conselheiro, que já saiu, e aprovado por outro, que continua, só admite como única resposta a não renovação da licença e não prevê sequer uma punição menos traumática, como multa pelo descumprimento de um prazo, o que pareceria ser o mais razoável.

Por enquanto, somente as operadoras que adquirirem licenças na frequência de 700 MHz poderão fazer esse uso.