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5 ghz


O relator da consulta pública do leilão de frequências da Anatel, Vicente Aquino, pediu mais 30 dias para apresentar seu voto, alegando que precisa aguardar a solução da interferência nas TVs por parabólicas (as TVROs). O presidente da Anaatel, Leonardo de Morais, reforçou a sua posição pela publicação imediata da consulta pública, mas apoiou esse adiamento, por uma única vez.

As operadoras de celular apontam que os programas de TV que estão hoje na banda C do satélite e que são captados pela antena parabólica só poderão ser vistos na banda Ku do satélite depois que as 12 milhões de residências estiverem com seus kits novos, e chegar a todas essas casas vai demorar pelo menos três anos. Até lá a 5G não poderá ser acionada.

O presidente da Claro Brasil, José Félix, concorda com mudança na Lei do SeAC para atender à AT&T, mas não aceita que a competição não seja isonômica. Para ele, seja Fox, HBO ou Globo, se essas empresas quiserem cobrar assinatura de TV, seja na internet ou no satélite, terão que pedir licença de SeAC. E acha que se não prevalecer a isonomia, o mercado de audiovisual estará absolutamente internacionalizado em três anos.

Diretor de tecnologia da entidade afirma que PNAD levantou apenas número de conversores de TV digital terrestre. IBGE diz que não, que número é de parabólicas com TV aberta.

Leonardo de Morais afirma que a 5G começará a ser implementada nos grandes centros urbanos na faixa de 3,5 GHz. E nessas cidades, a TV digital já está massificada, portanto, sem risco de sofrer interferência.

Operadora comprova a falta de oferta comercial de sistemas desenvolvidos no país ou fabricados conforme PPB

Licitação da frequência 3,5 GHz está prevista para o primeiro semestre de 2020

Segundo a Anatel, a licitação está prevista para o primeiro trimestre de 2020

A Anatel autorizou as empresas cumprirem metas do edital de 4G com a tecnologia de satélite, mas aumentou em pelo menos três vezes a velocidade e a franquia com que irão atender as escolas rurais. E concedeu 10 dias para que as operadoras demonstrem que usaram a faixa de 450 MHz dentro do prazo do edital, para em seguida dar início ao processo de retomada do espectro.

segundo o conselheiro Emmanoel Campelo, a Anatel precisa assegurar frequência para o crescimento exponencial do tráfego nos dispositivos móveis que acontecerá até 2030.