Sócia da Oi terá de esperar para cobrar dívida da Rioforte


A Pharol, antiga PT SGPS, e maior sócia individual da brasileira Oi, recebeu más notícias hoje, 14. A empresa terá de esperar até janeiro para que o processo movido contra a Rioforte, empresa do Grupo Espírito Santo, prossiga na Justiça de Luxemburgo. Um Tribunal do pequeno país europeu decidiu prorrogar o prazo para que todos os credores do grupo falido se apresentassem pedindo ressarcimento.

A data para que os credores se apresentados já foi revista duas vezes. A primeira terminava em maio, adiada para setembro, e agora, para o começo do próximo ano. A companhia portuguesa luta para reaver ao menos 15% dos € 897 milhões emprestados à Rioforte, por meio de compra de títulos, sem consentimento da Oi e de todo o conselho da PT SGPS. O valor corresponde a 30% da dívida de € 3,4 bilhões da Rioforte. A descoberta do rombo causou mal estar e levou a uma reconfiguração da sociedade com a brasileira Oi, fazendo encolher a participação da portuguesa após a fusão.

Essa é apenas uma das frentes de batalha da Pharol. A empresa também estuda processar os ex-CEOs Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, além do antigo CFO Luís Pacheco de Melo, por terem levado a cabo os negócios com títulos da Rioforte. (Com agências internacionais)

 

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