Serviço móvel via satélite poderá ter tarifa nacional


  O Serviço Móvel Global por Satélite (SMGS), que hoje conta com cerca de 20 mil assinantes no Brasil, passará a contar com planos próprios de numeração e de remuneração de redes. Com isso, poderá ser cobrado de acordo com tarifas locais. Hoje, todas as chamadas desse serviço são internacionais e custam cerca de R$ …

 

O Serviço Móvel Global por Satélite (SMGS), que hoje conta com cerca de 20 mil assinantes no Brasil, passará a contar com planos próprios de numeração e de remuneração de redes. Com isso, poderá ser cobrado de acordo com tarifas locais. Hoje, todas as chamadas desse serviço são internacionais e custam cerca de R$ 5,00 por minuto. Com a modificação, quem chamar pagará somente a parte terrestre, com tarifas da rede nacional, e quem receber paga, também, a parte satelital.

A proposta de modificação, discutida entre a Superintendência de Serviços Privados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e representantes do Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicaçoes por Satélite, deverá ser apresentada ao Conselho da Anatel em breve. Se aprovada, irá a consulta pública. A informação foi dada pelo superintendente de serviços privados da agência, Jarbas Valente, em palestra no no 5º Wireless Mundi, evento realizado pela Momento Editorial para discutir políticas públicas e aplicações sociais a partir das TICs.

De acordo com Valente, as empresas que oferecem o serviço acreditam que, com a possiblidade de cobrar tarifas nacionais, haverá um milhão de potenciais assinantes no Brasil. O crescimento do mercado será favorecido, afirma Valente, também pela evolução dos terminais, que hoje são mais baratos, menores e têm capacidade de transmitir dados até 492 kbps. O grande mercado para este serviço são as propriedades rurais onde a cobertura da telefonia móvel não chega. (da Redação)

 

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