Sem antena nas cidades, não terá 5G no país, avisa CEO da TIM


A implementação de redes móveis de quinta geração (5G) no Brasil depende de um fator cujo controle que vai além do governo federal e acaba levando as teles a incertezas quanto aos investimentos futuros: a instalação de antenas.

Briga antiga que pensava-se que seria resolvida com lei federal em 2015, persiste na maioria das cidades do país. Como resultado, prejudicou a velocidade de implantação do 4G e deverá afetar a 5G também, na opinião do CEO da TIM, Pietro Labriola.

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“Nós temos dinheiro para investir, incrementar antenas e melhorar a qualidade. Alguém tem de nos ajudar”, disse o executivo a jornalistas, durante evento de lançamento da nova oferta pós-paga da companhia.

As operadoras já estiveram com a Anatel, mas o problema ainda existe pela existência de regulações municipais sobre ocupação de solo. “O país que tem que entender que é necessário. Para ter infraestrutura temos que ter capacidade de instalar antenas e construir fibra. Se não conseguirmos resolver, como aconteceu com o 4G, o 5G não vai existir porque a quantidade de small cells que teremos de ativar será maior. É uma oportunidade que o Brasil está perdendo”, falou.

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