Relatório do Fórum Econômico Mundial destaca o celular na inclusão social


O crescimento acelerado da telefonia móvel em economias emergentes é apontado em um relatório do Fórum Econômico Mundial como principal agente para a redução das diferenças de conectividade. "Forte competição, preços acessíveis, regulação liberal e inovação se conjugam para criar um ecossistema vibrante", diz relatório divulgado hoje. O estudo lembra que no mundo já são …

O crescimento acelerado da telefonia móvel em economias emergentes é apontado em um relatório do Fórum Econômico Mundial como principal agente para a redução das diferenças de conectividade. "Forte competição, preços acessíveis, regulação liberal e inovação se conjugam para criar um ecossistema vibrante", diz relatório divulgado hoje.

O estudo lembra que no mundo já são 4 bilhões de pessoas conectadas e reconhece o papel fundamental das tarifas pré-pagas para a disseminação das telecomunicações entre os pobres, uma vez que estas tarifas permitem soluções viáveis para essa parcela da população.

O relatório também defende que a evolução das comunicações se mantenha sustentável, inovadora e, especialmente, que ajude a inclusão social. "Apesar da adoção de comunicações móveis em economias emergentes ter mostrado impacto econômico relevante, isso não é suficiente. Amplo acesso à internet pode resultar em resultados ainda maiores", destaca o estudo, que estima que os "próximos bilhões" de usuários podem representar US$ 2,3 trilhões em gastos anuais.

No contexto de regiões rurais e remotas em países de economias emergentes, o relatório descreve alguns dos principais fatores que estão guiando a evolução das TICs. O relatório se concentra na oportunidade de ir além de agentes de pequena escala para aproveitar das eficiências de escala global. Além de tocar nas maiores necessidades para uma expansão viável e com emissões de carbono reduzidas da infraestrutura de comunicações, o relatório também analisa a necessidade de adaptar serviços de valor agregado às necessidades complexas e dinâmicas dos mais necessitados.

Em relação aos governos, o Fórum considera que são agentes na criação de políticas e regulamentações, mas também funcionam como catalisadores para a adoção e uso de serviços baseados em TIC. (Da redação

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