Relatório aponta que impostos altos afetam banda larga móvel nos países em desenvolvimento


Um relatório da Telecom Advisory Services (TAS), divulgado hoje juntamente com a GSMA, revela como a cobrança de impostos específicos do setor móvel está afetando o desenvolvimento e implementação da Banda Larga Móvel nos países em desenvolvimento. O estudo indica como uma redução de impostos especiais, que são aplicados aos setores das telecomunicações em países com diferentes abordagens, tais como Brasil, México, Bangladesh e África do Sul significaria maior adoção dos serviços de banda larga móvel e maior geração de riqueza refletida em um crescimento adicional do PIB.

 Com a ampla falta de infraestrutura fixa nestes mercados, a banda larga móvel se tornará uma alavanca-chave para o desenvolvimento sócio-econômico Conforme revelado pelo relatório de hoje, cada dólar em redução de impostos no
Brasil, México, Bangladesh e África do Sul irá gerar PIB adicional variando entre US$ 1,4 a US$ 12,6 através da penetração da Entretanto, apesar disso,os quatro países implementaram uma abordagem de impostos de alta carga econômica na compra de aparelhos móveis e de serviços.

“Este relatório destaca as inconsistências entre as regulamentações direcionadas ao desenvolvimento dos setores da Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) e as políticas que selecionam os serviços que eles
fornecem como ‘fontes de lucro’ sobre as quais os impostos são cobrados”, disse Tom Phillips, executivo-chefe de Assuntos Governamentais e Regulatórios da GSMA.
O estudo declara que no mínimo vinte e sete países em todo o mundo possuem impostos especiais concentrados nos serviços  de  telecomunicações. As políticas fiscais que aplicam um imposto especial ao setor de telecomunicações causam distorções que “afastam” o gasto privado e, por fim,  diminuem o bem-estar.    “É crucial que os elaboradores de políticas nestes países compreendam o impacto que a Banda Larga Móvel terá sobre a geração de riqueza, e alinhem suas estratégias de desenvolvimento de TIC para sustentar seu
crescimento existente”, concluiu. (Assessoria de Imprensa).

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