Relator da reforma tributária convoca Telecom a se engajar na proposta


O deputado Sandro Mabel (PP/BO), relator da reforma tributária que tramita no Congresso Nacional, conclamou os empresários do setor de telecomunicações, durante o Fórum promovido pela Acel (entidade que  representa as empresas de celular), a se engajarem na defesa de seu projeto de lei de reforma tributária, senão, advertiu: "O setor que quiser uma reforma …

O deputado Sandro Mabel (PP/BO), relator da reforma tributária que tramita no Congresso Nacional, conclamou os empresários do setor de telecomunicações, durante o Fórum promovido pela Acel (entidade que  representa as empresas de celular), a se engajarem na defesa de seu projeto de lei de reforma tributária, senão, advertiu: "O setor que quiser uma reforma ótima não terá nada", afirmou.

Segundo o deputado, a reforma trará ganhos concretos para as empresas de telecomunicações, principalmente porque irá  permitir que os clientes corporativos utilizem os créditos do PIS/COFINS, que serão incorporados ao IVA,a partir do primeiro ano de adoção das novas regras. Além disso, afirmou Mabel,a partir de 2017, passará a haver também a permissão da utilização de crédito do ICMS – de 2,5% a cada ano, até 2020. "Em 2020, a conta de telefone das corporações estará 30% mais barata", afirmou o deputado.

Além da utilização dos créditos tributários, haverá desoneração de 8,5% na folha de pagamento, o que, alertou o deputado, irá beneficiar as empresas empregadoras, como as do setor de telecomunicações. E haverá ainda a desoneração nos investimentos, pois o projeto prevê a aceleração da depreciação dos ativos.

Quanto à queda dos impostos para as pessoas físicas, que não ocorrerá para os usuários de telecomunicações, Mabel disse que a reforma, ao acabar com a regressividade dos impostos e com sua acumulação, beneficiará toda a população e, indiretamente, o setor de Telecom, porque o usuário passará a ter mais dinheiro para gastar com serviços de telecomunicações."A reforma tributária é do empresário. Se ele não se mobilizar, ela não
acontecerá", afirmou Mabel, que espera a inclusão de  projeto para a votação em plenário no mês de abril

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