Qualcomm: sem a 3G, não haverá TV pelo celular.


Na sua cruzada pela terceira geração da telefonia móvel celular (3G), o presidente brasileiro da Qualcomm, Marco Aurélio Rodigues, também argumenta que a implementação da 3G pode gerar um novo ciclo de investimentos em infra-estrutura, que pode se situar entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões. “Sem a 3G, o decréscimo de investimentos vai …

Na sua cruzada pela terceira geração da telefonia móvel celular (3G), o presidente brasileiro da Qualcomm, Marco Aurélio Rodigues, também argumenta que a implementação da 3G pode gerar um novo ciclo de investimentos em infra-estrutura, que pode se situar entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões. “Sem a 3G, o decréscimo de investimentos vai prosseguir”, afirmou o executivo, hoje, 6 de dezembro, em coletiva à imprensa, em São Paulo.

Mais investimentos em infra-estrutura implicam maiores gastos em pesquisa e desenvolvimento, levam à geração de empregos, além de outros benefícios colaterais como recuperação das exportações de terminais que, neste ano, declinaram para os mercados dos EUA e União Européia, disse Rodrigues.

Ele acrescenta, ainda, que a 3G pode impulsionar o desenvolvimento de software para serviços não-voz e a viabilização da TV digital no celular. “Sem 3G, não teremos TV no celular, porque os telefones móveis adequados ao serviço precisam de maior capacidade de processamento e display adequado para a reprodução de sinais de vídeo”, concluiu o executivo.

Anterior Governo pode arrecadar US$ 1 bilhão com licitação da 3G, estima a Qualcomm do Brasil.
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