Pulverização: o tudo ou nada da Telemar fica para o dia 27.


Como o mercado já previa, foi encerrada agora a pouco a segunda assembléia de acionistas da Telemar, por falta de quórum, para a deliberação da proposta de reorganização societária. Agora, a empresa vai para o tudo o nada na próxima assembléia, marcada para a próxima segunda-feira, dia 27 de novembro. Com a terceira e última a …

Como o mercado já previa, foi encerrada agora a pouco a segunda assembléia de acionistas da Telemar, por falta de quórum, para a deliberação da proposta de reorganização societária. Agora, a empresa vai para o tudo o nada na próxima assembléia, marcada para a próxima segunda-feira, dia 27 de novembro.

Com a terceira e última a assembléia, a Telemar espera ter aprovada a sua proposta de reorganização societária, que faz com que a empresa passe a ter o controle pulverizado, e permitirá que tenha maior fôlego para competir com os gigantes do setor. “A disputa está palmo a palmo”, alega dirigente da empresa. Na assembléia da próxima semana, o quórum qualificado para a manifestação dos acionistas cai de 50% para 25%. E a disputa se dá com os fundos de investimento que têm grande número de ações preferenciais, que não concordam com a  relação de troca de ações proposta, na qual os detentorese de ações ordinárias têm um melhor preço por suas ações do que os preferencialistas.

Até a próxima segunda, muitas deverão ser as diputas a desaguar na justiça. A exemplo da assembléia que seria realizada hoje, mas não se concretizou. Ontem, por exemplo, o funtos Polo HG e Polo Norte (contrários à proposta) conseguiram liminar na justiça, para impedir o voto do BNDES e dos fundos de pensão, que juntos possuem quase 6% das ações preferenciais, mas também possuem uma grande quantidade de ações ordinárias. Com a reestruturação aprovada, alegavam esses fundos, esses dois acionistas passarão a aumentar a sua  participação de 15% para 31% do capital total da Telemar.

( Da Redação)

Anterior Interatividade, um sonho.
Próximos Star One aposta alto e paga ágio de 288% para levar direito de exploração de satélite