PT aprova fusão com a Oi


A assembleia geral de acionista da Portugal Telecom terminou com a aprovação dos novos termos para a fusão com a Oi. Segundo fontes presentes à assembleia, 98,25% do votos foram favoráveis ao acordo.

Conforme agências internacionais, a reunião, última com a presença de Henrique Granadeiro, que renunciou aos cargos que ocupava na PT no mês, foi “emocional”, com minoritários levantando questões sobre a capacidade de gestão dos executivos da companhia.

Pelos novos termos da fusão, a participação da PT na CorpCo, empresa resultante da fusão, será reduzida de 37,3% para 25,6%. A redução se deve à operação de compra de papeis comerciais da empresa Rioforte, do Grupo Espírito Santo, pela PT sem conhecimento da Oi, já após início do processo de união entre as companhias.

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A PT manterá a holding, apenas para operar a dívida e levar a adiante as medidas cabíveis para cobrar da Rioforte a dívida de 897 milhões de euros. A PT receberá, ainda, opções de ações com validade de seis anos, permitindo que a empresa volte a deter a participação prevista do acordo inicial à medida que receba os valores da Rioforte, se desejar. A Oi e CorpCo não poderão vender, no período, as ações reservadas à PT.

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