Prossegue a boataria sobre a venda da TIM Brasil


Comentando o último boato que circulou na sexta-feira, dia 1º, segundo o qual a TIM Brasil não será vendida à Claro, Felipe Cunha, analista da Brascan Corretora, pondera que se trata de mais uma especulação envolvendo essa potencial transação. Mais esse novo boato, a seu ver, poderá ter “impacto adverso sobre a cotação das ações …

Comentando o último boato que circulou na sexta-feira, dia 1º, segundo o qual a TIM Brasil não será vendida à Claro, Felipe Cunha, analista da Brascan Corretora, pondera que se trata de mais uma especulação envolvendo essa potencial transação. Mais esse novo boato, a seu ver, poderá ter “impacto adverso sobre a cotação das ações ordinárias da companhia”. Ele lembra que o valor mencionado anteriormente de 8 bilhões de euros (cerca de R$ 22,6 bilhões) corresponde a 100% do capital, avaliado em cerca de R$ 32,3 bilhões, o que implica um preço médio por ação na transação em pauta de R$ 14,00.

Esse cenário, para o analista, resultaria em um tag along só levemente acima de R$ 11,00, o que “não caracteriza uma oportunidade de investimento rentável”. Cunha ressalva que a sua avaliação é simplista, pois não houve distribuição distinta de valor entre as ações ON e PN. Em resumo, conclui, o parâmetro de preço “reforça a cautela para as ações ordinárias da empresa”, por isso, reitera a opção pelas preferenciais, com preço-justo calculado em R$ 8,50, o que representa um upside de 18,1% sobre a cotação de fechamento de 01.12.06.

(Da Redação)

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