Projetos da Scopus em parceria com a Poli-USP receberão incentivos da Lei do Bem


Uma parceria da Scopus Tecnologia com o Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (LARC) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo receberá incentivos fiscais obtidos a partir da Lei da Inovação/Lei do Bem. Um conjunto de pesquisa e desenvolvimento tecnológico nas áreas de segurança e mobilidade serão beneficiados com os incentivos fiscais previstos …

Uma parceria da Scopus Tecnologia com o Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (LARC) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo receberá incentivos fiscais obtidos a partir da Lei da Inovação/Lei do Bem. Um conjunto de pesquisa e desenvolvimento tecnológico nas áreas de segurança e mobilidade serão beneficiados com os incentivos fiscais previstos na Lei do Bem (Lei 11.196/2005).

O avanço está associado à chamada pública realizada pelos ministérios da Educação (MEC), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), com o objetivo incentivar a pesquisa, o desenvolvimento de processos e produtos inovadores no país, por meio da associação entre instituições científicas e tecnológicas (ICTs) – como é o caso da USP – e empresas.

A Scopus, uma das maiores fornecedoras de serviços e soluções de TI do mercado brasileiro, tem uma parceria antiga com o LARC, da Escola Politécnica da USP, em pesquisas aplicadas e processos de inovação. O novo conjunto de projetos envolve diversas inovações em áreas como segurança da informação e gestão de risco, aplicações embarcadas em dispositivos móveis, integração com redes sociais e processamento de imagens, entre outras.

Segundo Reginaldo Arakaki, gestor da área de Consultoria e Inovação criada recentemente pela Scopus, poucas empresas no Brasil têm utilizado os incentivos da Lei do Bem para financiar projetos de inovação. “Podemos ajudá-las a formatar seus projetos dentro dos critérios dessa lei, que permite abater do Imposto de Renda e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) de 60% a até 80% dos seus investimentos em inovação”, afirma.

Esse trabalho faz parte dos serviços oferecidos pela área de Consultoria e Inovação da Scopus às empresas dos mais diversos setores. “Com seu conhecimento e experiência, a equipe da Scopus, composta de vários profissionais ligados a instituições de pesquisa, pode ajudar as empresas a estruturar e implantar uma cultura de inovação”, diz Arakaki, que também é professor da Escola Politécnica da USP. Isso inclui, entre outras atividades, a criação e o treinamento de equipes, a organização de uma base de conhecimento em inovação, a comunicação das iniciativas e a difusão interna de resultados, bem como a elaboração de documentos visando o pedido de patentes e a obtenção de incentivos da Lei do Bem.

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