Presidente da Telecom Italia volta ao Brasil e reafirma independência


 O presidente da Telecom Italia, Gabriele Galateri di Genola, o diretor de operações internacionais, Oscar Cicchetti, e o presidente da Tim Brasil, Mario Cesar Pereira de Araujo, voltaram a Brasília poucos meses depois da última visita para reforçar ao governo brasileiro a posição de que é uma empresa independente, e que continuará a investir no …

 O presidente da Telecom Italia, Gabriele Galateri di Genola, o diretor de operações internacionais, Oscar Cicchetti, e o presidente da Tim Brasil, Mario Cesar Pereira de Araujo, voltaram a Brasília poucos meses depois da última visita para reforçar ao governo brasileiro a posição de que é uma empresa independente, e que continuará a investir no mercado brasileiro, mesmo com a reorganização do marco regulatório, que permitirá a fusão de empresas.

Os executivos reuniram-se com o ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, e com o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, para informar que a Tim continuará a atuar totalmente desvinculada da Vivo. “ Para nós, o mercado brasileiro é estratégico, assim, a nossa independência não depende de determinação da Anatel, mas de decisão empresarial”, afirmou.

Segundo o executivo,  a Telecom Itália apresentou, no último dia 5, à Anatel, mais algumas propostas  de blindagem  – além das 28 barreiras determinadas pela agência reguladora – para impedir que a Telefónica, que adquiriu 10% das ações da operadora italiana, tenha   qualquer poder decisório sobre as operações brasileiras.

Unbundling

Galateri disse  que a empresa não é contrária à proposta de fusão da Oi com a Brasil Telecom, assinalando, no entanto, que a competição deve ser preservada com a implementação de outras medidas, como a portabilidade e o unbundling.

Segundo Araujo, o mau desempenho da Tim Brasil no primeiro trimestre (quando registrou prejuízos) não deverá se repetir, já que ele foi provocado por problemas circunstanciais: o não pagamento de canais de venda e a demora da licença de 3G. “Nós seremos também uma empresa convergente, só que a nossa convergência virá da telefonia móvel para a fixa”, completou.   

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