Pinheiro aprova modelo de gestão do satélite, mas pede controle.


O senador Walter Pinheiro (PT-BA) elogiou o modelo escolhido pelo governo para levar adiante o projeto do satélite geoestacionário brasileiro. Segundo ele, somente com a coordenação de diversos órgãos é possível avançar com uma realização de tão alto custo.

Pinheiro não vê problema no fato da Embraer, da iniciativa privada, ficar com a maior parte das ações da empresa que será criada em parceria com Telebras para integração do satélite. Pelo projeto, a Embraer ficará com a participação de 51% e a Telebras, com 49%.

“A Embratel é empresa privada, mas genuinamente brasileira e consolidada com uma política de preservação do mercado nacional. Cabe ao governo criar regras para o controle da nova empresa”, disse o senador. Ele defende, inclusive, a aprovação de uma medida semelhante a golden share, adotada em casos de privatização, para salvaguarda do interesse nacional. “O governo já tem esse benefício na própria Embraer”, lembrou.

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