Pharol, ex-PTSGPS, marca assembleia para decidir ação contra Zeinal e Granadeiro


O conselho de administração da Pharol, presidida  por Luis Palha da Silva, aprovou ontem, 1,a convocação de uma assembleia geral com um único ponto de pauta: decidir se abre ação contra os antigos gestores – por ação ou omissão – pelo rombo de quase €900 milhões provocado pela empresa RioForte na Portugal Telecom. A assembleia foi marcada para o dia 31 de julho.

A Pharo é o nome da antiga holding PT SGPS, que decidiu também avançar no processo contra a  auditora, a Deloitte.

Entre os gestores visados estão os ex-presidentes Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, o ex-administrador financeiro, Luís Pacheco de Melo, e ainda os administradores não executivos que representavam o acionista Banco Espírito Santo no conselho da Portugal Telecom, ou seja, Amílcar Morais Pires e Joaquim Goes, à data gestores do BES.

A Rioforte está em processo de insolvência no Luxemburgo e uma parte importante do seu patrimônio foi embargada por ordem judicial, o que dificulta ainda mais a recuperação dos montantes reclamados pelos credores, uma vez que a venda dos ativos foi suspensa. A Pharol será um dos maiores, senão o maior, credor da Rioforte.

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