Para teles, acesso à banda larga nas sedes dos jogos da Copa já é significativo.


Levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) aponta que 50% da população das cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 já se conectam  em banda larga. Segundo a entidade, esse índice de penetração de banda larga fixa e móvel é compatível com os de grandes mercados mundiais de internet rápida. Porém, o estudo não traz informações sobre as velocidades das conexões.

Pelo estudo, Porto Alegre (RS) lidera o ranking de maior penetração dos serviços, com 71% dos habitantes conectados à internet rápida. Esse índice se aproxima dos números apresentados pela Suécia em 2009. Belo Horizonte (MG) vem em segundo lugar, com 68% de penetração.

Nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR), 57% dos habitantes têm banda larga, o que equivale ao mercado da Espanha em 2009. Em Recife (PE), mais da metade da população (52%) têm internet rápida. Em Brasília (DF) e São Paulo (SP), o índice de acessos em banda larga proporcionalmente ao número de habitantes está em 47%, o que equivale ao mercado alemão de internet rápida.

Em seguida, vêm as cidades de Natal (RN) com 43%, Cuiabá (MT) com 42%, Salvador (BA) com 41% e Fortaleza (CE) com 38%, apresentando desempenho superior ao do mercado da Bélgica em 2009. O índice de penetração da banda larga em Manaus (AM) é de 33%, equivalente ao do Canadá.

Em todo o Brasil o número de acessos em banda larga já ultrapassou 43,7 milhões em junho. Desse total, 15,8 milhões são em conexões pela rede fixa e 27,9 milhões são em banda larga móvel, incluindo os modems de acesso à internet e celulares de terceira geração (3G). Somente nos seis primeiros meses de 2011, 8,5 milhões de novas conexões foram ativadas, o que significa que a cada dois segundos um novo cliente passou a ter acesso à internet em alta velocidade.

Ainda de acordo com a entidade, estão previstos investimentos de R$ 3,8 bilhões só na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que atendam às demandas da Copa e, sobretudo, deixem um legado de desenvolvimento social e econômico para a sociedade brasileira.(Da redação, com assessoria de imprensa)

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