Para Telefônica Vivo, desenvolver ecossistema de internet das coisas é fundamental


A Telefónica Vivo, assim como estimulou a comunidade de desenvolvedores Mozilla, agora avança na direção de estímulo ao desenvolvimento de um ecossistema de aplicações para internet das coisas. “Nesse ano estamos indo mais para a internet das coisas. O cenário é favorável porque temos censores e processadores mais baratos e redes de dados mais abrangentes”, afirma Pablo Larrieux, diretor do Centro de Inovação da Telefônica Vivo. 

O entendimento da Telefônica é que ela não poderá cobrir todas as muitas possibilidades de aplicação que podem existir dentro desse conceito. “Seria muita presunção”, afirma Larrieux. Uma das primeiras experiências da operadora no país para o estímulo ao desenvolvimento de aplicações de internet das coisas está em andamento esta semana.

A operadora está realizando um Hackaton (maratona de desenvolvimento) na Campus Party, em torno de um kit composto por processador e sensores de iluminação, temperatura, umidade, entre outros. O objetivo é que os 60 campuseiros, selecionados de um universo de 110 inscritos criem aplicaçãos ligadas a área de sistentabilidade que podem ser um embrião de uma nova start-up. Para a operadora, a parceria com desenvolvedores para acelerar a adoção de aplicações de internet das coisas se dá em uma lógica de ganha-ganha.  

O desenvolvimento de aplicações de internet das coisas teria duas camadas. A primeira delas é a de resolver problemas a partir de informações obtidas remotamente e em tempo real. A segunda camada de oportunidades está na possibilidade de, a partir da compilação de dados extraídos ao longo do tempo, melhorar processos ou direcionar mudanças.

A boa notícia é que o mundo inteiro está começando agora a trabalhar nas aplicações de internet das coisas, o que pode significar uma boa oportunidade para o país, salienta Larrieux.  

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