Para Perrone, revisão de contrato não pode mudar serviço.


O vice-presidente da Brasil Telecom, Luiz Perrone, disse que as operadoras estão dispostas a rever os contratos de concessão, mas acha difícil a inclusão de novos serviços, como a banda larga, nessa revisão. "As operadoras e o poder público podem decidir por criar um novo contrato, mas, nesse caso, a concessão atual deveria continuar em …

O vice-presidente da Brasil Telecom, Luiz Perrone, disse que as operadoras estão dispostas a rever os contratos de concessão, mas acha difícil a inclusão de novos serviços, como a banda larga, nessa revisão. "As operadoras e o poder público podem decidir por criar um novo contrato, mas, nesse caso, a concessão atual deveria continuar em vigor até sua extinção natural", acredita.

Segundo Perrone, que participa do 16º Encontro Tele.Síntese, da Momento Editorial, que discute “A Revisão dos Contratos de Concessão e a Banda Larga”, os contratos atuais de concessão têm somente três anos de vigência e, nesse período, foi consolidada a universalização do serviço de voz no país, e a qualidade técnica do serviço alcançou níveis internacionais.

Perrone disse que a troca dos PSTs (Postos de Serviços de Telecomunicações) por backhaul, negociada entre governo e operadoras, foi positiva. Ele disse que espera o mesmo tipo de diálogo agora na revisão dos contratos de concessão. As condicionantes do contratos de concessão revistos começarão a valer a partir de janeiro de 2011.

Anterior Motorola amplia oferta de pontes Ethernet sem-fio
Próximos Gadelha defende banda larga e fomento à pesquisa nos contratos