Para Minicom, freqüência e mobilidade devem caminhar juntas


 O secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, entende que a destinação de freqüências no Brasil deve sempre prever a mobilidade do serviço, mesmo que esta mobilidade não seja adotada imediatamente. “Se há espectro, tem que vir junto a mobilidade”, afirmou o secretário durante o 14º Encontro Tele.Síntese. Ele salientou que, mesmo …

 O secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, entende que a destinação de freqüências no Brasil deve sempre prever a mobilidade do serviço, mesmo que esta mobilidade não seja adotada imediatamente. “Se há espectro, tem que vir junto a mobilidade”, afirmou o secretário durante o 14º Encontro Tele.Síntese.

Ele salientou que, mesmo no caso do WiMAX, a mobilidade deve ser uma pré-condição para a venda do espectro. “Se o serviço vendido for exclusivamente fixo, dificilmente ele migrará para o móvel, podendo provocar prejuízos  no futuro, já que as outorgas têm prazos de até 30 anos”, assinalou.

Martins defendeu ainda que as empresas de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), recebam imediatamente números próprios, para acirrar a competição na oferta de banda larga. “O estabelecimento do plano numérico para as operadoras de SCM deve ser prioritário”, afirmou. A Anatel, no entanto, sinalizou, na consulta pública do Plano Geral de Atualização do Marco Regulatório (PGR) que esta medida só será adotada dentro cinco anos.  

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