Para empresas e cidadãos de países emergentes, governo deve facilitar acesso à internet.


A maior parte das empresas e cidadãos de seis mercados emergentes acha que o governo deveria tornar o acesso à internet mais fácil para as pessoas. É o que indica o estudo “Cities Net Opportunities”, realizado pela consultoria internacional Illuminas Global e patrocinado pela Cisco, sobre o uso corrente e a demanda futura por serviços …

A maior parte das empresas e cidadãos de seis mercados emergentes acha que o governo deveria tornar o acesso à internet mais fácil para as pessoas. É o que indica o estudo “Cities Net Opportunities”, realizado pela consultoria internacional Illuminas Global e patrocinado pela Cisco, sobre o uso corrente e a demanda futura por serviços online em áreas urbanas de Brasil, África do Sul, Argentina, México, Polônia e Rússia.  

No Brasil, 91% das empresas pesquisadas disseram que o governo deve facilitar o acesso da população à internet. Já 78% dos cidadãos consultados pensam da mesma maneira. Na média geral dos países que fizeram parte do estudo, 80% das empresas e 77% das pessoas creditam este papel ao governo. Por aqui foram ouvidas por telefone, numa primeira fase, em 2007, 1.003 pessoas e 300 empresas, e, em 2008, outras 563 pessoas, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Manaus.

Para Paul Mountford, presidente de Mercados Emergentes da Cisco, a pesquisa busca entender melhor “uma importante transição que está ocorrendo em mercados emergentes”, onde, segundo ele, a conectividade se espalha rapidamente. “O estudo pode não só auxiliar as prefeituras a estabelecer prioridades de implantação de serviços online, como também fornecer aos governos federais indicações claras do que o resto da população do país pode querer, ou esperar, em termos de ofertas de serviços online”, comenta Mountford.

A pesquisa averigou também o que os entrevistados consideram como barreira para o uso da internet. No Brasil, enquanto 51% das empresas afirmaram não haver nenhum tipo de restrição ao acesso à internet, entre os cidadãos, 35% apontam a falta de habilidade ou conhecimento como barreira. Neste quesito, 9% das empresas e 18% das pessoas indicam o alto custo da internet como impeditivo ao uso desta tecnologia. (Da redação, com assessoria de imprensa)

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