Para Emilia, backhaul não se confunde com EILD



A conselheira Emilia Ribeiro não tem dúvidas de que o backhaul das concessionárias (ou a rede estadual de banda larga) é uma infraestrutura da telefonia fixa, e, por essa razão, ele também deve ser tarifado, como está proposto no novo Plano Geral de Metas de Universalização, cuja consulta pública acaba no próximo dia 2 de outubro. “O backhaul é público, portanto, deve haver tarifa sobre ele”, completou, em apresentação em evento da Telcomp (que reúne as operadoras que fazem competição às concessionárias).

Conforme a conselheira, o backhaul não pode ser confundido com a oferta de EILD (exploração industrial de linha dedicada), pois, informou, o primeiro pode ser tarifado e a segunda opção tem apenas o preço máximo controlado pela Anatel. 

Emilia explicou ainda que o PGMU não encampou a bolsa telefonia apresentada no ano passado pela Abrafix (entidade que congrega as concessionárias de telefonia fixa), mas sim, que será criado um telefone social destinado aos beneficiários do Bolsa Família “que não têm como pagar por uma assinatura do telefone fixo”, concluiu.

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