Para analista, Telebrás não afetará valor das telcos privadas.


 Os bancos da análise de risco começam a divulgar suas projeções sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) anunciado ontem pelo governo federal, e o impacto que a Telebrás pode provocar no valor das operadoras privadas de telecomunicações, e nas ações negociadas em bolsa. Para a Merryl Lynch, a criação da Telebrás será neutra …

 Os bancos da análise de risco começam a divulgar suas projeções sobre o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) anunciado ontem pelo governo federal, e o impacto que a Telebrás pode provocar no valor das operadoras privadas de telecomunicações, e nas ações negociadas em bolsa. Para a Merryl Lynch, a criação da Telebrás será neutra (não é uma ameaça nem uma oportunidade) para as ações das operadoras de telecom brasileira. Embora o banco reconheça que o mercado está dividido em dois campos distintos – aqueles que vêm o PNBL e eaTelebrás como uma ameça para as operadoras privadas, e os que veem como uma oportunidade – seus analistas entendem que o papel da Telebrás será limitado à oferta do backbone e backhaul, atuando no atacado.

Para o banco, as metas do governo são ambiciosas, pois pretende, em quatro anos, ampliar a penetração da banda larga nas residências dos atuais 25% para 65% (chegando a 40 milhões de domicílios) com redução fiscal, oferta de crédito a oferta do backbone da Telebrás. Para a Merryl Lynch, há dúvidas, porém,  sobre o Capex necessário para atingir todas essas residências. ( Da redação).

Anterior Clearwire pode desistir do WiMAX
Próximos Apenas 2% dos domicílios rurais têm acesso à internet