País despenca no ranking mundial de e-gov


Desde os anos 1990, o governo brasileiro investe na construção de portais de prestação de serviços, o chamado governo eletrônico, que já colocou o país no 18º lugar no ranking mundial das melhores práticas de e-gov da ONU, posição alcançada em 2003. No mesmo levantamento, de 2008, o país teve variação negativa, caindo para a …

Desde os anos 1990, o governo brasileiro investe na construção de portais de prestação de serviços, o chamado governo eletrônico, que já colocou o país no 18º lugar no ranking mundial das melhores práticas de e-gov da ONU, posição alcançada em 2003. No mesmo levantamento, de 2008, o país teve variação negativa, caindo para a 45ª posição. Os dados foram apresentados no 15º Conip pela consultora Florência Ferrer, da e-Stratégia Pública.

Na avaliação da consultora, a estrutura governamental do país interfere diretamente na introdução do e-gov. "Países com estrutura mais complexa podem ter mais dificuldade em inserir serviços de e-gov e m-gov se comparados aos Estados com níveis mais eficientes de organização federativa", observou Florência. (Da redação)

Anterior Governo eletrônico tem poucos serviços para o cidadão
Próximos Para especialistas, convergência e redes sociais podem melhorar serviços de e-gov.