O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, afirma que mantém a premissa de um leilão não arrecadatório para a 5G. Segundo ele, a agência só terá o valor de venda do espectro depois de concluída a consulta pública, pois vai depender da modelagem do edital, que ainda não está concluída. Disse que o leilão brasileiro será diferente ao da maioria dos países porque aqui não haverá ” escassez artificial” de espetro.

Leonardo de Morais cobrou agilidade das áreas técnicas para que o processo seja enviado logo à análise do conselho diretor da agência, onde o mérito da questão será discutido. Efeito da liminar judicial obtida pela Fox segue inalterado.

Autoridades do país vão ceder licenças daqui a duas semanas para fabricantes locais continuarem a fornecer para a gigante chinesa, mas somente após análises caso a caso.

Claro acusa OTTs de operar TV paga na clandestinidade, enquanto os radiodifusores defendem migração de conteúdos para a internet por demanda do consumidor.

Pressão de senadores e deputados da base aliada do governo e da oposição suspendeu a apreciação de novos pedidos de isenção do Imposto de Importação até agosto

O documento visa o cumprimento das obrigações prevista nas Lei nº 13.116/2015, das antenas e na Lei nº 11.934/2009, de compartilhamento compulsório de torres distantes em menos de 500 metros.

Banco Rothschild será o assessor financeiro. Escritório Cescon Barrieu, o assessor jurídico.

Consultoria App Annie analisou dados das lojas Google Play e App Store e concluiu que o ecossistema móvel da Apple se mantém à frente em geração de receita, embora a quantidade de downloads seja muito maior no Android.

Amazon, Apple, Facebook e Google terão de pagar 3% de suas receitas locais em tributo

Bolsa vai ajudar a elaborar minuta do edital de privatização e deve sediar também o leilão das ações, previsto para acontecer em dezembro.

NuBank lança conta PJ voltada para pequenas empresas

Anatel explica aqui o bloqueio do telemarketing

BNDES formula proposta para uso do Fust (Fundo de Universalização das Telecomunicações)

Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson do Brasil, defende uma guinada na política de TIC brasileira, para que destine os incentivos fiscais, em forma de crédito, para o software, e não mais para o hardware. Para ele, a política tem que inserir o Brasil no mercado global. Com fabricação local da maioria dos produtos de telecom que vende, não teme tão pouco a redução do Imposto de Importação, mas espera que aconteça de forma escalonada.

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