Foto: Gabriel Jabur

Com uma formidável massa de dados que não parava de crescer, a Oi, há cerca de três anos, verificou que não podia seguir no mesmo caminho de arquitetura proprietária. Afinal estamos falando de 1,5 Pb, 200 Teras, 660 processadores, 8 Tb de RAM. E decidiu fazer uma mudança radical, investindo em arquitetura aberta tanto em software (Cloudera), quanto em hardware (máquinas x86).

“Hoje o meu Tera custa 20 vezes mais barato e performa mais”, contou Gustavo Valfre, diretor de Arquitetura e Transformação Digital de TI da Oi, aos participantes do Encontro Tele.Síntese, que se realizou hoje, 19, em Brasília.

Toda essa infraestrutura da Oi é o que suporta o seu Big Data, que hoje já armazena todas as informações do Oi Legal, do serviço pré-pago, dos serviços digitais e dos bancos de dados das URAs. “Só de clientes pré-pagos são milhões de registros ao dia”, comentou Valfre.

Rotineiramente, as informações do Big Data são usadas para o planejamento de rede, que já resultaram em aumento da produtividade por técnico e melhoria dos indicadores de qualidade junto à Anatel e aos Procons. Todos os produtos digitais são desenvolvidos levando em conta essa massa de dados, com as necessidades dos clientes, entre várias outras iniciativas.