Operadoras de celular querem acelerar 4G na 700 MHz


As quatro operadoras de telecomunicações – Algar Telecom, Claro, Tim e Vivo – assinaram hoje com a Anatel o contrato de outorga da licença de 700 MHz para o qual depositaram um cheque de R$ 5,07 bilhões nos cofres do Tesouro Nacional. E seus dirigentes já defendem a antecipação da ocupação desta faixa, que inicialmente está prevista para apenas 2018, com o completo desligamento dos sinais de TV analógica. “É possível fazer a transição em menor tempo, mas com segurança, para preservar aqueles que recebem o sinal de TV e aqueles que não têm o acesso 4G, passarem a tê-lo”, afirmou o presidente da Telefônica Vivo, Antonio Carlos Valente. “Agora, temos muito trabalho pela frente, e será possível adiantar o ingresso da 4G”, defendeu o presidente da Claro, Carlos Zenteno. “Acreditamos que a antecipação da 4G será uma evolução , visto que a sociedade beneficiada com a TV digital e a banda larga 4G pressionará os demais municípios”, aposta Mario Girasoli, vice-presidente da TIM Brasil.

As quatro operadoras de telecomunicações – Algar Telecom, Claro, Tim e Vivo – assinaram hoje com a Anatel o contrato de outorga da licença de 700 MHz para o qual depositaram um cheque de R$ 5,07 bilhões nos cofres do Tesouro Nacional. E seus dirigentes já defendem a antecipação da ocupação desta faixa, que inicialmente está prevista para apenas 2018, com o completo desligamento dos sinais de TV analógica. “É possível  fazer a transição em menor tempo, mas com segurança, para preservar aqueles que recebem o sinal de TV e aqueles que não têm o acesso 4G, passarem a tê-lo”, afirmou o presidente da Telefônica Vivo, Antonio Carlos Valente. “Agora, temos muito trabalho pela frente, e será possível adiantar o ingresso da 4G”, defendeu o presidente da Claro, Carlos Zenteno. “Acreditamos que a antecipação da 4G será uma evolução , visto que a sociedade beneficiada com a TV digital e a banda larga 4G pressionará os demais municípios”, aposta Mario Girasoli, vice-presidente da TIM Brasil.

O presidente da Algar Telecom, Divino Sebastião Souza, afirmou que espera que, em sua região – cerca de 100 municípios de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Mato Grosso-, dentro de um ano já consiga antecipar a entrada da banda larga 4G nos municípios cuja transição está prevista para mais tarde.  Ele afirmou ainda que a empresa ainda avalia como vai pagar por toda a faixa – que lhe custou R$ 26 milhões. Hoje a operadora só depositou 10% do valor, mas ele disse que está buscando financiamento para pagar o restante do dinheiro.

Zenteno, da Claro, acha por exemplo, que se deveria estudar a fundo a situação do Rio de Janeiro,  para  viabilizar o ingresso da 4G na capital em 2016, quando ocorrerá as Olimpíadas. Ele entende que é um processo complexo, devido a ocupação de todo o espectro pela TV aberta, mas acha que seria importante ter a faixa limpa para a banda larga móvel durante os jogos olímpicos. Pelo cronograma divulgado pelo Ministério das Comunicações, o switch off da TV analógica no Rio de Janeiro e São Paulo será  uma das últimas etapas do processo, somente em 2017.

EAD

Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, em 15 dias haverá a primeira reunião da EAD  (Entidade Administradora da Digitalização) que irá definir as prioridades para o início do processo de desligamentos dos canais de TV. Dentro de 90 dias as empresas terão que depositar 30% dos R$ 3,6 bilhões que as emissoras de radiodifusão e os usuários de baixa renda irão receber para saírem da faixa e digitalizarem os sinais de TV aberta.

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