OPA à PT: órgão regulador português pede restrições à fusão


A Anacom, agência reguladora das telecomunicações portuguesa, finalmente se pronunciou sobre a Oferta Pública de Aquisição (OPA) da Sonaecom sobre a Portugal Telecom. Segundo informações de hoje, 16, do Jornal de Negócios, de Lisboa,  a agência enviou um parecer à Autoridade da Concorrência (AdC) pedindo “remédios apertados”  no caso de a aquisição se concretizar. Dentre …

A Anacom, agência reguladora das telecomunicações portuguesa, finalmente se pronunciou sobre a Oferta Pública de Aquisição (OPA) da Sonaecom sobre a Portugal Telecom. Segundo informações de hoje, 16, do Jornal de Negócios, de Lisboa,  a agência enviou um parecer à Autoridade da Concorrência (AdC) pedindo “remédios apertados”  no caso de a aquisição se concretizar.

Dentre tais remédios, estaria “impor um prazo menor de devolução do espectro (que ocorreria em virtude de fusão de operações), aumentar a quantidade de espectro a ser devolvido e limitar o espaço de manobra da Sonaecom no que toca à fidelização de clientes na telefonia móvel”. 

Esta semana, o AdC admitiu a hipótese de colocar mais um player no mercado móvel local se a OPA chegar a bom termo. A Sonaecom é dona da Optimus e a PT, da TMN. Juntas, as duas empresas celulares têm 65% dos clientes do país ibérico. A Vodafone é a principal concorrente. A nova entrante poderia entrar no mercado tanto pela aquisição de rede da Sonaecom/PT,  quanto por atribuição de nova licença, por meio de leilão público.

(Da Redação)

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