Oi quer tecnologia nacional já


 O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, defendeu hoje, durante o 15° Encontro Tele.Síntese, que o fomento à tecnologia nacional deve ser uma medida implementada pela Anatel em no máximo dois anos, e não em cinco anos, como sugeriu a agência no Plano Geral de Atualização Regulatória (PGR), lançado à consulta pública. “A Oi assume …

 O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, defendeu hoje, durante o 15° Encontro Tele.Síntese, que o fomento à tecnologia nacional deve ser uma medida implementada pela Anatel em no máximo dois anos, e não em cinco anos, como sugeriu a agência no Plano Geral de Atualização Regulatória (PGR), lançado à consulta pública. “A Oi assume o compromisso em defesa da tecnologia nacional”, avisou o executivo.

Segundo ele, entre os compromissos já assumidos pela empresa estão o de criar quatro centros de excelência de pesquisa e inovação no Brasil; aumentar a participação de produtos de tecnologia nacional nas aquisições da concessionária e investir anualmente o dobro de recursos que o governo destina ao Funttel (Fundo de Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações) em projetos de P&D. “Nós queremos virar uma empresa multinacional e competir com os lobos mexicanos e espanhóis, mas queremos também assumir compromissos nacionais”, completou o executivo.

Com esses compromissos, a Oi, ao se fundir com a Brasil Telecom, pretende investir anualmente em pesquisa e desenvolvimento pouco mais de R$ 175 milhões dos quais 25%, afirma Falco, serão direcionados para projetos com terceiros (instituições e centros de pesquisas nacionais). 

Anterior Separação empresarial pode reduzir a cobertura da banda larga, afirma Telefônica.
Próximos Para Perrone, competição não cresce sem mercado maior