Oi quer Brasil Conectado para todos os brasileiros


Para o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, não se pode falar em sociedade conectada sem falar em Brasil Conectado. E não se pode falar em Brasil Conectado, sem considerar os diferentes brasis que convivem em todas as cidades e também no campo. Ao falar hoje na Futurecom 2010, que se realiza em São Paulo, ele disse que a operadora, ao lado de outros players, vai fazer a banda larga popular no país da mesma forma que fez o telefone conectado e levou banda larga a 44 mil escolas públicas num projeto construído com o governo.

A concretização desse objetivo, que atende à demanda dos brasileiros que querem se conectar e querem estar na internet para se comunicar, se informar e se divertir, Falco disse que é preciso vencer um conjunto de desafios regulatórios. Criticou a tarifação da chamada EILD (os links vendidos no atacado), informando que se a Oi é a operadora que mais vende EILD é também a que mais compra; pediu que o mercado seja imediatamente liberado para que as concessionárias possam prover serviço de vídeo em sua própria rede (IPTV) e por meio das redes de cabo; e defendeu que todos possam participar em igualdade de condições das licitações de novas faixas de freqüência.

Para Falco, o Plano Nacional de Banda Larga será uma proposta vitoriosa desde que se respeite os preceitos dos contratos de concessão, a lógica econômica e se utilize os recursos de fundos onde o investimento não tiver retorno. “A banda larga é uma necessidade e vai ser feita”, disse, defendendo a imediata desoneração, em todo o país, do serviço com perfil popular.

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