Oi investiu R$ 192 milhões no Centro-Oeste no primeiro semestre de 2018


A Oi investiu R$ 192,1 milhões no Centro-Oeste no primeiro semestre de 2018. Em três anos, foram R$ 1,4 bi de aportes na região. Neste ano, a operadora implantou 14 novos sites de telefonia móvel, ampliou ou modernizou outros 3.069 sites (2.913 sites a mais que em 2017).

Além disso, 15 mil novas portas para o serviço de banda larga fixa foram implantadas. Na região Centro-Oeste a Oi oferece cobertura 4G em 57 cidades (200% a mais que em 2017) e conta com aproximadamente 5 milhões de clientes na telefonia móvel, na telefonia fixa, em banda larga fixa e em TV por assinatura.

PUBLICIDADE

O maior investimento no período foi realizado Distrito Federal onde mais de R$ 67 milhões foram investidos, seguido por Goiás, com R$ 48 milhões. O estado de Goiás teve o maior número de sites ampliados ou modernizados com 1.283 e a maior implantação de portas para banda larga, com 4.685. Na cobertura 4G, os estados de Goiás e Mato Grosso lideram com 30 e 15 cidades respectivamente cobertas com a tecnologia de alta velocidade.

O Centro-Oeste é uma das principais áreas do país onde a companhia identificou oportunidades para ampliar investimentos quando houver aporte de capital novo, de cerca de R$ 4 bilhões. O aporte está previsto no plano de recuperação judicial.

Rio de Janeiro

A operadora também abriu números apenas para o Rio de Janeiro. No estado, a Oi investiu R$ 569,2 milhões no primeiro semestre de 2018, o que representa um crescimento de 11% em comparação ao mesmo período do ano passado.

A tele implantou no estado 59 novos sites de telefonia móvel e outros 273 sites foram ampliados ou modernizados no primeiro semestre do ano. Além disso, 22.339 novas portas para o serviço de banda larga fixa foram implantadas. A Oi oferece cobertura 4G em 35 cidades do Rio de Janeiro. (Com assessoria de imprensa)

Anterior PL prevê quarentena antecipada para diretores de agências reguladoras
Próximos Nextel quer entregar SIM chips em apenas uma hora, inclusive em áreas remotas