Oi apresenta as novas condições de troca das ações da BrT


Em fato relevante enviado nesta quinta-feira (25) à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o conselho de administração do grupo Oi divulga a nova relação de troca de ações com a Brasil Telecom no âmbito da reorganização societária em curso pelas empresas. A nova relação é de 0,3955 ação ordinária da Telemar para cada ação ordinária …

Em fato relevante enviado nesta quinta-feira (25) à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o conselho de administração do grupo Oi divulga a nova relação de troca de ações com a Brasil Telecom no âmbito da reorganização societária em curso pelas empresas. A nova relação é de 0,3955 ação ordinária da Telemar para cada ação ordinária da BrT e de 0,2191 ação preferencial classe C da Telemar para cada ação preferencial da BrT. A nova relação foi ajustada para refletir alterações nas provisões para contingências judiciais cíveis da Brasil Telecom S.A. ("BrT") referentes a demandas relacionadas a direitos dos titulares de planos de expansão.

Os novos cálculos, realizados pelo banco Credit Suisse, serão submetidas ao Conselho de Administração da BrT, sob condição de que sejam posteriormente aprovadas pelos acionistas minoritários. Depois disso, a Oi iniciará num prazo não superior a 30 diasa substituição das ações.

Em janeiro,  a Oi suspendeu a troca das ações após constatar um esqueleto judicial de R$ 2,5 bilhões da BrT, referente aos antigos planos de expansão do sistema Telebrás. Ou seja, identificou que a quantidade de processos transitados em julgado e desfavoráveis à BrT era maior do que se estimava anteriormente de R$ 1,29 bilhão.

A troca das ações da BrT é uma das últimas etapas da fusão; seu objetivo era simplificar a estrutura societária das empresas. A compra da BrT custou cerca de R$ 12 bilhões à Oi. (Da redação)

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