O mercado WiMAX atrai fornecedores para o Brasil


Florianópolis – Não bastasse o anúncio da fabricação local de terminais e estações radiobase – empreendimento conjunto Intel, Proxim Wireless, CPqD e a gaúcha Parks – está aportando ao país a americana Navini Networks, fabricante de terminais portáveis para acesso sem fio em banda larga pré WiMAX que operam, inclusive, em bandas não-licenciadas como a …

Florianópolis – Não bastasse o anúncio da fabricação local de terminais e estações radiobase – empreendimento conjunto Intel, Proxim Wireless, CPqD e a gaúcha Parks – está aportando ao país a americana Navini Networks, fabricante de terminais portáveis para acesso sem fio em banda larga pré WiMAX que operam, inclusive, em bandas não-licenciadas como a 2,3GHz, entre outras.
A empresa, criada em 2000 e que tem entre seus investidores a Intel Capital, Austin Ventures e Sequoia Capital, entre outros, tem como diretora regional para a América Latina e Cone Sul, a carioca Milani Trannin. “Nossa linha de produtos é de equipamentos de banda larga pessoais, individuais, e antenas inteligentes”, informa ao Tele.Síntese Alan Dumbei, diretor de vendas globais.
Em seu estande na Futurecom 2006, a Navini demonstrava a transmissão de dados, voz e IPTV, em 3,5GHz com antenas portáteis e PCMIA. “Já vendemos mais de 200 mil terminais de usuários e 1,2 mil estações radiobase em todo o mundo”, conta Dumbei, acrescentando que sua carteira de clientes é constituída, sobretudo, do que chama de attack carriers, aquelas que, literalmente, tomam market share das incumbents. Entre seus maiores clientes o executivo cita a Unwired, de Sidnei (Austrália), com 50 mil assinantes. Outra é a Irish Broadband, com 10 mil usuários.
No Brasil, a Navini está de olho em redes municipais. A empresa também pode prover serviços pessoais como localização (LBS), VoiP, gaming, dependendo da cobertura WiMAX existente.

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