O cronograma da banda larga nas escolas


 O programa de banda larga nas escolas, lançado hoje pelo governo federal, seguirá o seguinte cronograma: Ao todo serão atendidas, até dezembro de 2010, 56.685 escolas públicas urbanas de ensino médio e fundamental, e a gratuitade da conexão irá durar, pelo menos, até dezembro de 2025, quando terminam os atuais contratos de concessão das operadoras …

 O programa de banda larga nas escolas, lançado hoje pelo governo federal, seguirá o seguinte cronograma:

Ao todo serão atendidas, até dezembro de 2010, 56.685 escolas públicas urbanas de ensino médio e fundamental, e a gratuitade da conexão irá durar, pelo menos, até dezembro de 2025, quando terminam os atuais contratos de concessão das operadoras de telefonia fixa local.

Até dezembro de 2008, estarão conectadas 40% das escolas.
Até dezembro de 2009, mais 40% das escolas.
Até dezembro de 2010, 20% das escolas.

Até o mês de junho deste ano, duas mil escolas de todo o país terão que estar conectadas.

Velocidade:

As concessionárias terão que oferecer o acesso bidirecional de 1 Mbps por escola.
A partir de 2011, a velocidade de acesso será aumentada para 2Mbps.
A cada seis meses, haverá uma revisão sobre  a disponibilidade de banda oferecida pelas concessionárias ao público em geral, e, se as empresas estiverem  vendendo velocidades maiores ao mercado, terão que repassar a mesma capacidade para as escolas atendidas naquela localidade.

Com esse programa, serão atendidos 37 milhões de estudantes, ou 85% do total dos alunos das escolas públicas do país.

Em seu discurso na solenidade de lançamento do programa, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, assinalou que, atualmente, apenas 17% das residências brasileiras têm acesso à internet, das quais 8,5% ainda o fazem pela linha discada. E, segundo ela, 8% que têm banda larga não conseguem baixar vídeo, já que as velocidades, mesmo na banda larga oferecida ao mercado, ainda são muito pequenas. “ Esse programa prevê que as escolas públicas terão 10 vezes mais capacidade de acesso do que a média ofertada hoje no Brasil”, afirmou.  ( Da Redação )

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