executivos-claro-daniel-felix-paulo-cesar-formoso-rodrigues-catalaoA liberação da plataforma onde demand Now da NET para os clientes em alta definição da Claro HDTV (inicialmente para Campinas e região) em 2017 e para a base pós paga ilimitada da Claro por meio do Now App fez acelerar ainda mais o ritmo de downloads de conteúdos que já passou de 1 bilhão, de acordo com a empresa. A expectativa para 2018, segundo Daniel Barros, CEO da Unidade Residencial da Claro Brasil, é que esse número continue a crescer, pois o portfólio do Now, com mais de 30 mil títulos, vai estar sempre agregando novos conteúdos.

Todos os projetos de Barros para o próximo ano, como anunciou hoje, 14, durante o almoço de final de ano com a imprensa, em São Paulo, são de expansão. Expansão da cobertura – “estamos sempre avaliando novos mercados, e se formos entrar em novas cidades com redes fixas vão saber quando formos anunciar a inauguração” -, aumento da velocidade média, aumento da base de clientes, aumento dos conteúdos oferecidos. “Vamos crescer em 2018 e todo o nosso planejamento é para isso”, resumiu Barros.

Segundo o diretor de marketing Marcio Carvalho, ao avaliar a entrada em novos mecados, a empresa estuda, também, a cada oportunidade se isso vier a ocorrer que tecnologia deverá adotar. A HFC (Hybrid Fiber Coax), uma rede que utiliza simultaneamente fibra óptica e cabos metálicos, com a fibra indo até um armário e o cabo coaxial até a casa do cliente , ou a fibra direto até à casa do cliente.

Barros lembrou que o NET Virtua é a banda larga líder no mercado brasileiro, com o maior maket share. De acordo com dados da Anatel relativos ao mês de outubro/17, a Claro tinha 31,13% de fatia de mercado, seguida pela Vivo com 26, 84%; Oi, com 22,41%; e pequenos provedores, com 13,86%. De acordo com a empresa, o Net Virtua lidera também em ultravelocidades, com oferta de até 240 Mbps, com acesso em rede de última geração, e conta com uma rede de WiFi com mais de 3 milhões de hot-spots.

“Arriscar é seguro”

Se na Unidade Residencial da empresa há convicção de que 2018 será ano de crescimento, na Unidade Empresarial a torcida é para que o ano que entra deixe para trás 2017. “Foi um ano muito duro”, reconhece José Formoso, CEO da Unidade Empresarial da Claro Brasil, não só em função da conjuntura econômica e de os grandes clientes terem colocado o pré no freio, mas de ele ser comparado a 2016, ano atípico marcado pelas Olimpíadas e todo o trabalho que ela trouxe para a Embratel.

Se não foi bom para os negócios, 2017 foi muito rico, segundo Formoso, na consolidação da nova Embratel como uma empresa não mais de conectividade mais de soluções digitais integradas, apoiada em sete pilares: conectividade, mobilidade, data center, soluções de TI, segurança, cloud e comunicações unificadas e colaboração, aos quais estão conectados diversas aplicações e tecnologias fornecidas diretamente ou em parceria.

Mas para ajudar seus clientes, muitos deles grandes empresas como a própria Embratel, Formoso disse que a Embratel teve também que mudar por dentro. “Se não começássemos a mudar nossa própria cultura, como iríamos ajudar o cliente a mudar”, pergunta. Vários passos já foram dados, não há mais separação entre telecom e TI, a inovação está caminhando por todas as áreas. E a empresa começa a enfrentar o desafio de se abrir a novos conhecimentos e tecnologias. No momento, trabalho com dois pilotos em inteligência artificial, que devem se transformar em produtos no primeiro ou segundo trimestre do próximo ano.

Entre os novos slogans da empresa destaca-se “arriscar é seguro”. Remédio que ela está administrando internamente ao mesmo tempo que recomenda aos clientes.